Plano vai aumentar malha aérea sul-americana
Em reunião com a bancada do Nordeste na manhã de hoje, o ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia, informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao ministério a elaboração de um projeto, batizado de Plano de Integração da América do Sul, que assegure a revitalização da malha aeroviária brasileira. A intenção é ligar as principais capitais brasileiras às mais importantes capitais de países sul-americanos. Outra proposta do plano é reduzir a taxa de alfândega, que inclui as tarifas de embarque e desembarque internacionais. Segundo Walfrido, essa redução deve ser anunciada até o próximo mês.Desde 2000, as tarifas de embarque e desembarque internacionais custam 36 dólares (cerca de R$ 90). Com a redução, passariam a custar de 8 a 20 dólares (entre R$ 20 e R$ 50).
Na reunião, Walfrido descartou a existência de crise na aviação civil brasileira. Segundo ele, as empresas aéreas que passaram por dificuldades no início do ano já se recuperaram e estão investindo no crescimento, comprando novas aeronaves.
Para comprovar essa recuperação, o ministro citou números que apontam o aumento de 18% dos desembarques domésticos ocorridos entre janeiro e junho deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, e de 15,1% dos desembarques internacionais. Prodetur 2Os deputados nordestinos também debateram com o ministro a atual situação do Programa de Desenvolvimento do Turismo 2 (Prodetur). O programa recebe recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), executados e geridos pelo Banco do Nordeste. De acordo com o Banco do Nordeste, o valor total dos investimentos previstos para o Prodetur/NE é de 400 milhões de dólares (aproximadamente R$ 1 bilhão), dos quais 240 milhões de dólares (cerca de R$ 600 milhões) virão do BID. O objetivo principal é garantir a melhoria da qualidade de vida da população residente nos pólos turísticos, elevar a renda do turismo e ampliar a capacidade dos estados e municípios para gerir essa receita.
O presidente da Comissão de Turismo e Desporto, deputado Antonio Cambraia (PSDB-CE), explicou que os estados têm de se responsabilizar por 80% da contrapartida do financiamento do Prodetur 2, e o governo federal, por apenas 20%. "A proposta da bancada do Nordeste é que o governo federal assuma 100% da contrapartida, que é a garantia do pagamento do financiamento, ou que, pelo menos, essa proporção seja invertida".
O ministro prometeu analisar a proposta e levá-la ao presidente Lula.
Walfrido listou, como as principais dificuldades do Prodetur 2, a falta de capacidade de endividamento da maioria dos estados nordestinos; o cumprimento da lei de responsabilidade fiscal; e a preparação do plano diretor (que pode ser municipal, regional ou estadual) e do plano diretor integrado de turismo sustentável.
O ministério espera que o Brasil bata recordes na arrecadação com turismo neste ano. A estimativa é que o setor movimente cerca de 5 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 12,5 bilhões), mais do que o dobro do registrado em 2002 – último ano do Governo Fernando Henrique Cardoso. (fonte: Agência Câmara)
Na reunião, Walfrido descartou a existência de crise na aviação civil brasileira. Segundo ele, as empresas aéreas que passaram por dificuldades no início do ano já se recuperaram e estão investindo no crescimento, comprando novas aeronaves.
Para comprovar essa recuperação, o ministro citou números que apontam o aumento de 18% dos desembarques domésticos ocorridos entre janeiro e junho deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, e de 15,1% dos desembarques internacionais. Prodetur 2Os deputados nordestinos também debateram com o ministro a atual situação do Programa de Desenvolvimento do Turismo 2 (Prodetur). O programa recebe recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), executados e geridos pelo Banco do Nordeste. De acordo com o Banco do Nordeste, o valor total dos investimentos previstos para o Prodetur/NE é de 400 milhões de dólares (aproximadamente R$ 1 bilhão), dos quais 240 milhões de dólares (cerca de R$ 600 milhões) virão do BID. O objetivo principal é garantir a melhoria da qualidade de vida da população residente nos pólos turísticos, elevar a renda do turismo e ampliar a capacidade dos estados e municípios para gerir essa receita.
O presidente da Comissão de Turismo e Desporto, deputado Antonio Cambraia (PSDB-CE), explicou que os estados têm de se responsabilizar por 80% da contrapartida do financiamento do Prodetur 2, e o governo federal, por apenas 20%. "A proposta da bancada do Nordeste é que o governo federal assuma 100% da contrapartida, que é a garantia do pagamento do financiamento, ou que, pelo menos, essa proporção seja invertida".
O ministro prometeu analisar a proposta e levá-la ao presidente Lula.
Walfrido listou, como as principais dificuldades do Prodetur 2, a falta de capacidade de endividamento da maioria dos estados nordestinos; o cumprimento da lei de responsabilidade fiscal; e a preparação do plano diretor (que pode ser municipal, regional ou estadual) e do plano diretor integrado de turismo sustentável.
O ministério espera que o Brasil bata recordes na arrecadação com turismo neste ano. A estimativa é que o setor movimente cerca de 5 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 12,5 bilhões), mais do que o dobro do registrado em 2002 – último ano do Governo Fernando Henrique Cardoso. (fonte: Agência Câmara)

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